Noite do Bacalhau

Embaixada da Noruega promove Noite do Bacalhau 


Embaixada da Noruega - Em Brasília


A Embaixada da Noruega, em Brasília, sediou ontem quinta-feira (20), a 6ª edição da “Noite do Bacalhau”. O evento, que contou com a presença de autoridades, professores, diplomatas e personalidades culturais do país, tem a intenção de celebrar a tradição norueguesa e a relação de comércio bilateral entre o Brasil e o país nórdico no setor da pesca. A parceria entre os países nasceu em 1842, ano em que a primeira leva de bacalhau chegou às terras brasileiras.

O banquete ficou a cargo do Chef dinamarquês, Simon Lau, que preparou salmão e frutos do mar como caranguejo e arenque, e do Chef brasileiro Rodrigo Viriato, que veio de Fortaleza para cozinhar o melhor bacalhau norueguês em diversas combinações de pratos. Os convidados tiveram a oportunidade de acompanhar todo o processo de elaboração dos pratos.

Nesta edição, foi realizada a pré-inauguração da nova estrutura da Embaixada, que passou por uma reforma para atender a dinâmica de trabalho da instituição.

Pesca sustentável

A política externa norueguesa é projetada para apoiar o desenvolvimento de indústrias sustentáveis baseadas no oceano e promover boas soluções e ações para combater as graves ameaças ambientais que os oceanos do mundo enfrentam. A exploração sustentável é de extrema importância para todo o mundo, segundo Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), pode faltar alimento para abastecer população mundial até 2050. “A importância disso ficou clara em 2015, quando os líderes mundiais adotaram os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), entre eles, o ODS 14, específico para conservar e usar de forma sustentável os oceanos, mares e recursos marinhos”, lembra o embaixador do país, Nils Martin Gunneng.

Segundo o embaixador, o governo norueguês busca a vanguarda dos esforços internacionais para promover a sustentabilidade. “O mundo precisa de países que estejam dispostos a assumir a liderança no trabalho de proteger os oceanos e garantir que os recursos sejam utilizados de forma sustentável e para apoiar a economia azul nos países em desenvolvimento”.

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