quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

CONHEÇA OS 5 MELHORES BLOQUINHOS DE CARNAVAL DO DF

Quem disse que Brasília não pode oferecer um ótimo Carnaval. Seja com os amigos ou com os familiares, ao longo dos anos, vários bloquinhos cresceram e tornaram-se presença obrigatória na nossa Cidade. Separamos aqui os 05 maiores e tradicionais blocos de carnaval de Brasília.

BABYDOLL DE NYLON
Babydoll de Nylon / Foto: divulgação
Cansados de ouvirem que na Capital do pais não havia carnaval, seis amigos resolveram criar o que chamaram de “menor, mais ridículo e menos promissor bloco de carnaval de Brasília”. A bordo de pequeno carro de som, um hino e pronto. O fato é que o hino – “Baby Doll de Nylon”, de Robertinho do Recife e Caetano Veloso, por si, já é um bloco de carnaval.

Despojado e espontâneo, porém com regras claras – Todos deveriam estar vestidos de baby doll – De hora em hora, uma volta no circuito, ao som do hino; – No som, apenas axé music dos anos 80 e 90, marchinhas e breguiçes. O Babydoll de Nylon é um bloco assumidamente diversificado, livre de preconceitos, inclusivo e defensor ferrenho da liberdade e da tolerância. Por isso, o reduzidíssimo número de ocorrências policiais, sendo zero registros graves até hoje, mostrando um comportamento diferenciado de foliões que estão ali exclusivamente para se divertir, é comemorado a cada ano.


PACOTÃO
Pacotão / Foto: Divulgação
Sociedade Armorial Patafísica Rusticana, O Pacotão foi criado em 1978 por um grupo de amigos jornalistas, sempre esteve ligado quase sempre em críticas e enfocando assuntos da política local e nacional. O nome tem relação com o pacote de medidas que, formulado em 1977 pelo então presidente da República, general Ernesto Geisel, alterou regras eleitorais. O conjunto de mudanças ficou conhecido como Pacote de Abril.

O Pacotão seria apenas um bloco de sujo, de jornalistas que queriam se divertir longe das regras e da organização das Escolas de Samba e do carnaval oficial. Como além de boêmios festeiros eram também politizados e tinham, em diferentes graus, compromissos com a luta pela redemocratização do país, juntaram ao nome um toque irônico de sátira e irreverência política.

GALO CEGO
Galo Cego / Foto: Divulgação
Formado por engenheiros, servidores públicos, arquitetos, advogados, economistas e até músicos profissionais, como o vocalista Bruno Dourado (InNatura) e o baixista Luís Maurício (Natiruts), o Galo Cego foi criado em 1988 como uma roda de samba entre amigos. Ao logo dos anos, no entanto, a brincadeira ficou profissional e começaram os convites para apresentações em bares e festas de Brasília. Em 2011, o Galo foi literalmente para as ruas, animar pela primeira vez os foliões no Setor Bancário Sul.

O repertório do bloco vai das tradicionais marchinhas de carnaval aos grandes clássicos do samba, com espaço para samba-rock e partido alto.

SUVACO DA ASA
Suvaco da Asa / Foto: Divulgação
Ocupando a área central de Brasília, o Suvaco da Asa foi inaugurada em 2006, quando um grupo de amigos foliões do Leão do Norte queriam matar a saudade do carnaval de Recife.  Como a maior folia de frevo fora de Recife. O que era apenas festejo entre amigos, agora já está na agenda pré-carnavalesca de amigos dos amigos, vizinhos e agregados de todo o DF e hoje, dos anos depois dos primeiros cortejos pelas quadras, ruas e avenidas do Sudoeste, faz do Suvaco um dos maiores e mais democráticos blocos do Distrito Federal.

RAPARIGUEIROS
Raparigueiros / Foto: Divulgação
Bloco dos Raparigueiros foi fundado em 1992, com 20 (vinte) componentes com objetivo de integrar os amigos com espírito carnavalesco. Desde então o Bloco foi crescendo, as pessoas foram simpatizando com o nome, as brincadeiras, a distribuição de bebidas e principalmente com a folia nas ruas de Brasília. O Bloco até então desconhecido, começou com poucos componentes, mas nem por isso deixou de levar alegria por onde passava.

O Bloco já faz parte da tradição e do calendário carnavalesco de Brasília é considerado uma das maiores atrações do Carnaval , com estrutura de bloco grande da Bahia com a característica de Axé, com 2 trios elétricos que agitam os carnavalescos.

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