Dia Internacional da Mulher: clínica médica do Hospital Santa Marta alerta sobre os perigos de negligenciar a saúde

Adele Vasconcelos diz que exames ginecológicos, por exemplo, devem receber mais atenção, além de check-ups anuais.



Foto: reprodução/Internet - Exame da mama: especialista do HSM alerta que cuidados não devem ser apenas durante a campanha Outubro Rosa

Marido, filhos, casa, trabalho, estudo. Essa cada vez mais tem se tornado a rotina de mulheres brasileiras, que fazem um verdadeiro milagre da multiplicação com as 24 horas do dia para poder dar conta de todas as suas tarefas. Com o tempo tão apertado, mal sobra espaço na agenda feminina para os cuidados com a própria saúde. Negligenciar essa área tão importante da vida pode causar sérios problemas em um futuro não muito distante.

“A desculpa da falta de tempo não pode ser levada ao pé da letra pelas mulheres. Gerenciem o tempo, deleguem mais as funções, não assumam todas as demandas e responsabilidades como se ninguém mais pudesse dar conta, só vocês. Sabemos que a rotina é pesada, são muitas as cobranças, desafios e a meta de se posicionar em uma sociedade ainda cheia de preconceitos e discriminação quando trata-se de impor respeito e igualdade junto aos homens. Mas, deixar de ir ao médico hoje pode ser pior amanhã. Cuidar da saúde com medidas paliativas é perigoso e a mulher precisa entender quais são as suas prioridades de fato. Deixar a saúde sempre para depois só pode agravar quadros que poderiam ter sido resolvidos de forma simples, barata e rápida”, afirma Adele Vasconcelos, clínica médica e intensivista do Hospital Santa Marta, em Taguatinga Sul (Brasília, DF).


A médica garante que o foco da mulher precisa ser na prevenção de doenças visando a melhora constante da sua qualidade de vida. E o hábito de dar mais atenção à saúde deve começar logo na infância.


“A partir dos 9 anos de idade, o Ministério da Saúde recomenda que as meninas já sejam vacinadas contra o vírus do papiloma humano, que provoca o HPV e o surgimento de alguns tipos de câncer. Um estudo da pasta apontou que, em 2018, a prevalência nacional do HPV era em pessoas com idade entre 16 e 25 anos, e o percentual, nas mulheres, foi de mais de 50% (54,6%)”, explica Adele.


A clínica médica do HSM recomenda que as mulheres façam um check-up anual da saúde, mesmo que não apresentem nenhum tipo de sintoma referente ao de uma doença específica. Segundo Adele, por meio dos resultados desses exames, a mulher passa a conhecer melhor seu corpo, suas necessidades e limites. Ela afirma que o público feminino deve dar atenção especial a área ginecológica, e o exame papanicolau é um que não pode ficar de fora desse check-up anual:

“O papanicolau é indicado a partir dos 25 anos de idade, é um exame simples e rápido. Durante o procedimento, são colhidas células do colo do útero para análise, e o objetivo principal é a prevenção contra o câncer de colo de útero, que é a quarta causa mais frequente de morte pela doença, de acordo com o Inca”, alerta a especialista, acrescentando que, segundo o Instituto Nacional de Câncer, em 2020, a estimativa é de cerca de 17 mil (16.590) novos casos de câncer de útero no Brasil.

Adele Vasconcelos ainda destaca a necessidade de atenção das mulheres com as mamas.


“Informações e políticas públicas que tratem sobre o câncer de mama são as mais divulgadas não só no Brasil, mas no mundo. Porém, é necessária a conscientização sobre a necessidade do diagnóstico precoce, do hábito do autoexame das mamas e de outras medidas não apenas no mês de outubro, e sim em qualquer época do ano”, analisa a médica do Hospital Santa Marta, referindo-se à campanha mundial Outubro Rosa, que aborda o tema. Segundo o Inca, em 2020, o número de novos casos de câncer de mama no Brasil deve ultrapassar 66 mil (66.280), e causar a morte de mais de cerca de 17 mil mulheres (16.724).

A médica conclui recomendando que o público feminino dê preferência, todos os dias, aos hábitos saudáveis:


“Consumir muita água, optar pela alimentação saudável, praticar atividades físicas regularmente são dicas para viver mais e melhor. Que as mulheres se cuidem, se amem e se respeitem, para termos cada vez mais motivos para comemorar o 8 de março, Dia Internacional da Mulher”, finaliza Adele Vasconcelos.

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