Pandemia fortalece a implementação do ensino híbrido


Ensino híbrido


A pandemia causada pela Covid-19 resultou em uma mudança na forma como nos comportamos. Cada vez mais, a sala de aula convencional tem tido a necessidade de se adaptar a rotinas ligadas à tecnologia, levando ao boom do ensino híbrido, que envolve a utilização das tecnologias com foco na personalização das ações de ensino e de aprendizagem, apresentando aos educadores formas de integrar tecnologias digitais ao currículo escolar.

Com todos nas telinhas, a sala de aula presencial migrou para o digital, a hora do recreio com os amigos virou apenas uma pausa para um lanchinho, e o até amanhã, virou um te vejo no Zoom. No Distrito Federal, as aulas em escolas privadas foram liberadas no final de setembro, desde que as escolas seguissem as recomendações da OMS e dessem aos alunos a opção de escolherem pelo ensino presencial ou seguir no modo remoto, transmitindo as aulas de forma simultânea.

O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou uma resolução que permite o ensino remoto nas escolas públicas e particulares até 31 de dezembro de 2021. O ensino à distância pode até dividir opiniões, mas mostra que chegou para permanecer nas escolas em 2021.

O novo sistema que é definido pela combinação do aprendizado online com o off-line, mistura o uso da tecnologia digital com as interações presenciais, visando a personalização do ensino e da aprendizagem e um modelo possível para facilitar a combinação, de forma sustentada, do ensino online com o ensino presencial.

O ensino remoto apresenta pontos positivos e negativos. Se por um lado têm aqueles que não conseguem se acostumar com o formato e acham que vão ser prejudicados no aprendizado, outros são super adeptos ao novo modelo de ensino.

A flexibilidade de horários é um dos principais fatores que fazem com que jovens e adultos busquem a formação à distância, podendo encaixar atividades e momentos de estudo no horário que melhor lhe convém. “O ideal seria que todas as instituições tivessem os dois formatos de ensino, isso vai permitir que a gente entenda o perfil de nossos alunos e possamos oferecer um ensino mais inovador que atenda a necessidade de todos”, explica Klisman Vercino, sócio do Colégio Objetivo DF.

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