Lixo orgânico aduba a produção agrícola

Foto: Paulo H Carvalho / Agência Brasília
Além da produção do composto, as usinas também ajudam na reciclagem de material reciclável 
 Foto: Paulo H Carvalho / Agência Brasília


O trabalho nas Usinas de Tratamento Mecânico-Biológico do Serviço de Limpeza Urbano (SLU) vem gerando marcas cada vez mais impressionantes. Nos últimos dois anos, as usinas superaram em 71,8% a meta de produção de composto orgânico de lixo (COL), e aumentaram em 25% na doação do material para pequenos produtores rurais do DF.

 

As usinas da Asa Sul e de Ceilândia recebem diariamente cerca de 600 toneladas de resíduos urbanos


Além da produção do composto, as usinas também ajudam na reciclagem. De acordo com o SLU, cerca de 400 catadores de cooperativas de material reciclável atuam nas duas usinas (Asa Sul e Ceilândia). Diariamente, ambas recebem cerca de 600 toneladas de resíduos urbanos.


“É um lixo orgânico domiciliar, que é coletado nas ruas pelo SLU. Ele chega nas usinas, é pesado, descarregado no galpão de recebimento, e de lá é distribuído em duas linhas onde é feita a separação de materiais recicláveis, como plástico e ferro, do que vai para o processamento”, explica o gerente das Usinas de Tratamento Mecânico-Biológico, Ailton Rocha.


Potencial de produção

Anualmente, a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do DF (Adasa) faz a avaliação dos cumprimentos das metas do plano de gestão integrada de resíduos sólidos no DF | Foto: Paulo H Carvalho / Agência Brasília

 

“Quanto maior o número, maior o tratamento de resíduos orgânicos, o que significa uma diminuição do encaminhamento desses materiais para o aterro sanitário” Superintendente de resíduos sólidos da Adasa, Elen Dânia Santos



Anualmente, a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do DF (Adasa) faz a avaliação dos cumprimentos das metas do plano de gestão integrada de resíduos sólidos no DF. Em 2019, a meta de produção de COL estava estipulada em 12,9 quilogramas por habitante, e as usinas conseguiram registrar um número de 20,62 kg/habitante, 71,8% maior que o esperado.


“As usinas do SLU são as unidades públicas de maior capacidade de processamento da matéria orgânica oriunda dos resíduos sólidos coletados pelo serviço público no Brasil, além de ser uma das maiores da América Latina”, destaca a superintendente de resíduos sólidos da Adasa, Elen Dânia Santos.



A superintendente da Adasa também ressalta a importância desse bom índice de produção das usinas para o meio ambiente. “Quanto maior o número, maior o tratamento de resíduos orgânicos, o que significa uma diminuição do encaminhamento desses materiais para o aterro sanitário”, afirma.


Para saber mais sobre a venda e doação do composto orgânico de lixo proveniente das usinas do SLU, clique aqui.



Fonte: Agência Brasília

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