Parque Vivencial do Lago Norte livre de folhas e mais limpo

Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

A troca de folhas no outono de Brasília deu um aspecto nada lúdico ao Parque Ecológico Vivencial do Lago Norte. Localizadas entre as QLs 2 e 4, as pistas de caminhada e as escadas de acesso do espaço estavam cobertas pela folhagem que caiu, principalmente dos bambuzais, colocando em risco a segurança de quem passeia por lá.

Foto: Divulgação/GDF Presente
Trabalho foi intenso no parque, que será 100% inclusivo, ou seja, totalmente adaptado com 
rampas e acessibilidade para pessoas com deficiência | Foto: Divulgação/GDF Presente

Isso porque o acúmulo de folhas vinha formando um lodo no piso, deixando-o escorregadio e inseguro. Para dar novo visual ao parque, equipes do GDF Presente estiveram três dias por lá, de onde retiraram seis caminhões basculantes de entulhos, entre folhagens, garrafas, sacolas e copos plásticos. Também fizeram capina e lavagem nas calçadas, que já estavam sem visibilidade em alguns trechos.

Oito pessoas trabalharam no serviço, que incluiu um caminhão basculante toco, um basculante truck, uma retroescavadeira e um caminhão-pipa. “É um parque muito frequentado pelos moradores do Lago Norte, principalmente os idosos, que estavam se arriscando em pisos e escadas escorregadios”, explica o coordenador do Polo Central I do GDF Presente, Lúcio Barbosa.

Administrador regional do Lago Norte, Marcelo Ferreira lembra que o parque será o único no país 100% inclusivo, ou seja, totalmente adaptado com rampas e acessibilidade para pessoas com de deficiência (PCDs). Serão investidos R$ 3 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF) para aquisição de equipamentos e melhorias de locomoção.

A primeira etapa desse projeto foi inaugurada na segunda-feira (24), com a instalação de contêineres da União Nacional de Acessibilidade (UNA). Eles abrigarão equipamentos dos alunos do curso de canoagem voltado a PCDs. “É um presente para a nossa região, porque as pessoas idosas da nossa comunidade vão poder frequentar e se locomover com mais facilidade nesse espaço, que é de todos”, diz Ferreira.



Fonte: Agência Brasília

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