Governo abre 1,8 mil vagas para o Jovem Candango

Que tal emprego, renda e escola no mesmo pacote, tudo embrulhado com cidadania? É assim que funciona o programa Jovem Candango, uma iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) que abre as portas do mercado de trabalho para jovens carentes. As inscrições começam nesta quinta-feira (1º), sendo ofertadas 1.800 vagas.

Sob gestão da Secretaria de Esporte e Lazer, o Jovem Candango atende jovens de 14 a 18 anos. A iniciativa promove formação técnico-profissional do aprendiz por meio de atividades teóricas e práticas. A partir deste ano, o esporte também passa a fazer parte das atividades oferecidas.

“Os nossos centros olímpicos estarão abertos para que esses jovens possam praticar um esporte. Ampliamos o número de vagas nas 12 unidades, passando de 29 mil para 62 mil vagas, em 26 modalidades esportivas”, explica a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Oliveira.

O programa é destinado a adolescentes e jovens da faixa etária dos 14 aos 18 anos, exceto para a pessoa com deficiência, que não tem limite de idade

O esporte entra no pacote do Jovem Candango como um bônus na formação física e moral, fortalecimento de vínculos, promoção da integração dos adolescentes e na sua preparação para o mercado de trabalho. Entre os pilares do programa está a renda formal com carteira assinada e o jovem produzindo serviços, como na área de Tecnologia da Informação (TI).

“Eles são aproveitados pelo GDF nos diversos órgãos e em todas as Regiões administrativas (RAs) e trabalham durante quatro horas. O contrato é de 24 meses e o jovem deve residir no DF durante todo o prazo de contrato”, informa a secretária Giselle.

Inclusão social

O programa é destinado aos adolescentes e jovens da faixa etária dos 14 aos 18 anos, exceto para a pessoa com deficiência, que não tem limite de idade. Durante todo o tempo de vigência do contrato, quem for selecionado deve estar cursando regularmente o Ensino Fundamental ou Médio, em escola da rede pública de ensino do DF, ou instituição da rede privada de ensino, na condição de bolsista.

O jovem também deve pertencer a uma família com renda per capita de meio salário mínimo ou renda familiar de até três salários mínimos. Atualmente, o salário mínimo é de R$ 1.100,00. É preciso também estar inscrito no Cadastro Único dos Programas Sociais (CADÚnico), a menos que as vagas estabelecidas por lei não sejam preenchidas.

Os jovens vão receber dois terços do salário mínimo, que equivale a R$ 733, aproximadamente. A remuneração, no entanto, é paga de acordo com as horas trabalhadas, de 4 a 6 horas diárias. Os selecionados terão direito também a 13º salário, férias, vale-alimentação, vale-transporte, seguro de vida, uniforme e crachá.



Fonte: Agência Brasília

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