Aluno do ensino médio faz sucesso como rapper

Aos 16 anos, estudando a 2ª série do Centro de Ensino Médio de Taguatinga Norte (CEMTN), Cauã Bougleux já tem um sonho definido: tornar-se um rapper bem-sucedido. Não se trata de um sonho distante ou impossível. Pode-se dizer até que já começou a se tornar realidade. Ao lançar o clipe Roletar de Porsche, Cauã conheceu o fenômeno do sucesso instantâneo, pois o vídeo rapidamente recebeu 60 mil visualizações no YouTube e tornou-se “viral.”

Independente, Cauã trabalha para custear os próprios sonhos e daqui a um mês vai lançar novo clipe, Casa Tá Banda | Fotos: Erasmo Cássio Alves/Ascom/SEEDF

O podcast EducaDF desta semana vai contar a história de Cauã, que desde os 9 anos é apaixonado por música e tem referências sonoras na própria família. Como o avô, que se apresentava em barzinhos, e um primo que é beatmaker, espécie de produtor musical. Confira o episódio nas plataformas de áudio.

Independente, Cauã trabalha para custear os próprios sonhos, como o clipe que o tornou conhecido. Também cria as próprias músicas, além de vender composições para outros rappers. Sobre o sucesso, ele é taxativo: “Deus me escolheu e me abençoou. Mas é preciso persistir, correr atrás que uma hora o sucesso vai chegar, Deus vai abençoar.”

“Um sucesso repentino como o do Cauã precisa ser acompanhado de perto para que ele saiba lidar com as próprias emoções, frustrações e possa planejar os próximos passos” Ada Lima, pedagoga

O rapper antecipa que, daqui a um mês, vai lançar o novo clipe, Casa Tá Banda. A expressão significa que a casa está livre para os jovens curtirem e é a nova aposta da produtora Caos, de Taguatinga.

Incentivo e cuidado

Para a pedagoga Ada Lima, lidar com um filho que faz sucesso na música é um desafio, porque os pais, ao mesmo tempo, que precisam protegê-lo de eventuais oportunistas, devem incentivar e acompanhar o desenvolvimento artístico do jovem.

Além disso, é preciso enfatizar a importância dos estudos para que ele tenha uma base intelectual que o capacite a escolher melhor as possibilidades no futuro.

Ainda segundo Ada, “um sucesso repentino como o do Cauã precisa ser acompanhado de perto para que ele saiba lidar com suas próprias emoções, frustrações e possa planejar os próximos passos que darão continuidade à carreira”, explica.

*Com informações da Secretaria de Educação do DF



Fonte: Agência Brasília

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