Operação DF Livre de Carcaças vai ao Paranoá e ao Itapoã

724 Total de carcaças retiradas das ruas desde o início da operação

Nesta quinta (11), Paranoá e Itapoã receberam a operação DF Livre de Carcaças, dentro da programação da Cidade da Segurança Pública. Além de contribuir com a sensação de segurança da população, a retirada de veículos abandonados tem como objetivo eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, zika e chikungunya. Com a ação nas duas regiões, chega a 724 o total de carcaças retiradas das ruas do Distrito Federal desde que a operação foi lançada, em fevereiro de 2020.

Ação é resultado de parceria entre órgãos do GDF | Foto: Divulgação/SSP

“A retirada de veículos abandonados foi apontada como uma das ações necessárias para o aumento da sensação de segurança da população”, explica o secretário de Segurança Pública, Júlio Danilo. “O mapeamento desse material também contou com o apoio do conselho de segurança local, o que foi essencial. O cidadão não se sente seguro ao passar por uma rua que tenha uma carcaça, que pode ser usada como esconderijo ou mesmo como ponto para usuários de drogas.”

Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), a operação DF Livre de Carcaças é fruto de parceria entre as secretarias executivas das Cidades e de Políticas Públicas, DF Legal, Departamento de Trânsito do DF (Detran), Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival), divisão da Secretaria de Saúde (SES).

“Essa operação é muito importante para a população do Paranoá, por colaborar no combate à dengue e ajudar a salvar vidas e por embelezar a cidade, retirando carcaças de veículos velhos”, enfatiza o administrador regional da cidade, Sérgio Damaceno. “O Paranoá tem sido um exemplo para o DF na redução dos números de casos de dengue.”

A população também pode contribuir com a identificação dos veículos abandonados nas regiões. Basta enviar um e-mail para conseg@ssp.df.gov.br.

Os carros recolhidos são levados para o depósito do 3º Distrito Rodoviário do DER, onde agentes de Vigilância Ambiental fazem o controle vetorial.

*Com informações da Secretaria de Segurança Pública



Fonte: Agência Brasília

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