Taguatinga terá mais de R$ 100 milhões injetados na comunidade

Apesar do deteriorado ambiente operacional em 2020 em função da pandemia causada pelo Coronavírus, as cooperativas mantiveram forte crescimento de suas operações de crédito ao desenvolver papel relevante na oferta de serviços financeiros à população. Nos próximos cinco anos, moradores da região de Taguatinga contarão com mais de R$ 100 milhões injetados na comunidade.

Foto: Divulgação


Isso porque o local contará com uma nova oferta de sistema financeiro: o cooperativismo de crédito, estabelecido com a chegada de mais uma unidade da Sicredi Planalto Central, inaugurada na sexta-feira, 10 de dezembro. Há mais de 14 anos compartilhando prosperidade e os princípios do cooperativismo em 15 municípios nos estados de Goiás, oeste da Bahia, Minas Gerais e no Distrito Federal por meio de 17 agências, a Sicredi Planalto Central celebra sua expansão para Taguatinga com um investimento de cerca de R$ 2,1 milhões em infraestrutura. 

A agência, localizada na Avenida Comercial, Quadra QND 28, Lote 10, contará com mais de 480 m² e um ambiente acolhedor para receber os associados. “A cooperativa de crédito se consolida no Distrito Federal e Entorno como uma opção sustentável de incentivo ao comércio, agronegócio e ao desenvolvimento social das comunidades — isto porque utiliza seus ativos para financiar os próprios associados, mantendo os recursos nas comunidades onde são gerados. Investimos em agências que poderão receber a todos com muito conforto, num espaço amplo e com design moderno”, explica Pedro Caldas, presidente da Sicredi Planalto Central.

Benefícios para a comunidade 

Quando o Sicredi está numa comunidade, o investimento ocorre como um ciclo virtuoso, afirma Cheila Girardello, diretora executiva da Sicredi Planalto Central: “Os associados trarão movimentação para que a agência possa equalizar esses depósitos em crédito. O valor liberado gera riquezas para a comunidade e rentabilidade para a cooperativa que, ao final do ano, devolve parte desse resultado aos associados por meio de ações sociais, capital social e de forma proporcional à movimentação de cada um”. Estudo realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) concluiu que o cooperativismo de crédito incrementa o PIB per capita dos municípios em 5,6%, cria 6,2% mais vagas de trabalho formal e aumenta o número de estabelecimentos comerciais em 15,7%, estimulando, portanto, o empreendedorismo local. 

O impacto agregado em 1,4 mil municípios que passaram a contar com uma ou mais cooperativas durante o período do estudo foi de mais de R$ 48 bilhões em um ano. As cooperativas também foram responsáveis pela criação de 79 mil novas empresas e pela geração de 278 mil empregos. “É claro e vibrante o quanto instituições cooperativas vêm ganhando espaço. Num momento em que o mundo passa por grandes mudanças, é preciso fazer escolhas ainda mais consistentes: muitos negócios foram afetados pela crise e a cultura do cooperativismo aparece como parte da solução para muitos empresários e empreendedores. Vemos a comunidade abraçar o Sicredi e esperamos retribuir toda a confiança com um serviço de qualidade e valores reinvestidos na população em forma de ações sociais, educação financeira e estímulo ao comércio e agronegócio local”, afirma o presidente da cooperativa, Pedro Caldas.

Cooperativismo ganha espaço 

A modalidade financeira é uma das que mais cresce no país, de acordo com dados do Banco Central. Tal expansão se justifica em diversos estudos, como a pesquisa desenvolvida em 2020 pelo especialista em Microeconomia Aplicada e Desenvolvimento Econômico, Juliano Assunção, pesquisador do Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). 

No levantamento, foi constatado que, enquanto bancos tradicionais têm em média um limite mínimo de 8 mil habitantes para abrir uma agência, uma cooperativa de crédito tem capacidade de abertura em municípios a começar de 2,3 mil habitantes. A comparação em termos de renda também chama atenção, apontando que as cooperativas conseguem operar em cidades com PIB a partir de R$ 79 milhões, enquanto que para os bancos públicos é necessário um PIB mínimo de R$ 146 milhões e para um banco privado, de R$ 220 milhões. 


Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). *Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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